quinta-feira, 21 de abril de 2011

GRÁTIS.


O anseio do mistério sem nome.

Ter o Eterno e sentir sua ausência.

Lança-nos ao dissabor da falência, paradoxo brutal que a fé consome.

O que nos prende a tal absurda fome? A distorção da natural essência, 

do tempo vítima sem existência, serve ao desejo sem ter quem o dome.

Mas a GRAÇA única do Cordeiro, 

que a altivez humana ao pó reduz, 

uniu-nos com tempo verdadeiro.  

Pois antes mesmo da formação da

luz, a salvar do destino derradeiro,

fez-se o brado: Haja Cruz. 

E HOUVE CRUZ."


•• Letra de Felipe Valente [Música "Tempo"] 

Um comentário:

Anônimo disse...

Muito bonito.Gostei.