O anseio do mistério sem nome.
Ter o Eterno e sentir sua ausência.
Lança-nos ao dissabor da falência, paradoxo brutal que a fé consome.
O que nos prende a tal absurda fome? A distorção da natural essência,
do tempo vítima sem existência, serve ao desejo sem ter quem o dome.
Mas a GRAÇA única do Cordeiro,
que a altivez humana ao pó reduz,
uniu-nos com tempo verdadeiro.
Pois antes mesmo da formação da
luz, a salvar do destino derradeiro,
fez-se o brado: Haja Cruz.
E HOUVE CRUZ."
•• Letra de Felipe Valente [Música "Tempo"]
Um comentário:
Muito bonito.Gostei.
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